domingo, 26 de dezembro de 2010
Adeus ano velho, feliz ano novo!
sábado, 25 de dezembro de 2010
o treino para o bom-combate.
INCRIÇÕES ABERTAS PARA O IX ELAOPA | INSCRIPCIONES ABIERTAS PARA EL IX ELAOPA
O ELAOPA surge em 2003, como um espaço alternativo ao Fórum Social Mundial(FSM), onde não participam partidos políticos, ONG's e nem representantes de governos; entidades estas, que diferem de nossa realidade e das intenções de nossas organizações.
O IX ELAOPA será realizado no Centro de Formação Campo Cidade doMST/Regional SP na cidade de Jarinú, Grande São Paulo, acesso pelo trem em Campo Limpo Paulista.
PARTICIPE e faça sua inscrição pelo site !!!!http://www.elaopa.org
As inscrições poderão ser realizadas até 10/01/2011. Para cobrir os gastos de alimentação e infraestrutura do encontro estamos pedindo a contribuição de R$ 25,00 depositáveis embanco!!!!
Importante citar também que as/os companheiras/os que estiverem fora do Brasil, poderão fazer sua contribuição na chegada.
Dúvidas pelo email:ixelaopa@riseup.net
Solidariedad siempre!!!!!!
Comissão de Comunicação do IX ELAOPA
****INSCRIPCIONES ABIERTAS PARA EL IX ELAOPA (CAST)22, 23 e 24 de Enero de 2011, São Paulo. El ELAOPA se inicia en 2003, como un espacio alternativo al Foro SocialMundial (FSM), donde no participan los partidos politicos, ONG's y nirepresentantes de gobiernos; entidades que difieren de la realidad y delas intenciones de nuestras organizaciones. El ELAOPA quieres entoncesjuntarse, encuentrar y articular la lucha de las organizaciones popularesen America Latina, poniendose como actoras con base en sus necesidades,realidades y aspiraciones.Han participado del ELAOPA organizaciones diversas: grupos sindicales ylos sindicatos, colectivos culturales, muralistas, grupos de teatro, elmovimiento de los piqueteros, losdesempleados/as y los movimientos de la lucha por la tierra, colectivosfeministas, centros sociales, ateneos, organizaciones campesinas,ecologistas, coletivos de defensa de los derechos humanos, organizacionesde estudiantes.Unos de los ejes principales que están siempre en nuestros encuentros hasido la construcción del poder popular, por una perspectiva autónoma ypopular, es decir, desdeabajo, capaz de resistir a la opresión capitalista y crear alternativas deluchas conjuntas, rompiendo barreras y fronteras, a partir de lasolidaridad entre las/los compañeras/os.El IX ELAOPA será realizado en el Centro de Formación Campo Cidade doMST/Regional SP, en la ciudad de Jarinú, Grand São Paulo, acceso por elferrocarril (tren) en Campo Limpo Paulista.PARTICIPE y haga tu inscripción por el sitio!!!!http://www.elaopa.orgLas inscripciones se pueden hacer hasta el 10/01/2011. Para los costos dealimentación y de la infraestrutura pedimos la contribuición de R$ 25,00,depositaveis en banco!!! Importante decir tambien que las/loscompañeras/os que estean fuera de Brasil, podrán hacer su contribuición enla llegada.Dudas por el email:ixelaopa@riseup.netSolidariedad siempre!Comision de Organizacion de el IX ELAOPA
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Janeiro, venha por favor!
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
O que oferecemos a infância?
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
O filho do homem
Economia solidaria e saúde mental
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
IV Feira de Saúde Mental e ECOSOL
A Rede de Saúde Mental e Economia Solidária realiza a IV Feira de Saúde Mental e ECOSOL no dia 18 de dezembro. A Feira começa às 11 horas na Escola de Enfermagem da USP e contará com apresentações culturais, tenda cultural com exposições e livraria, espaço de formação, praça de alimentação e diversidade de produtos artesanais. Tudo produzido nos projetos e empreendimentos econômicos e solidários da Saúde Mental.
Nesse Natal presenteie seus familiares, amigos, namoradas (os) com nossos produtos!! Venha se divertir e, neste Natal, pratique o consumo consciente e fortaleça o Comércio Justo e Solidário.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Veganismo fim de ano!
Lançamento do novo filme do Instituto Nina Rosa "Vegana"
Filme de 55 minutos - em animação.
HSBC Belas Artes - Av. Paulista X Consolação Sala 2
http://www.institutoninarosa.org.br/
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Sábado dia 18 de dezembro - $6,00
Encontro colaborativo e beneficente ao encontro de libertação animal (que acontecerá na Bolivia em janeiro de 2011) e também ao espaço ay carmela!
Programação:
Conversa - Apresentação do evento: encontro de liracioón animal: aí vamos nós!
a que? - + info: liberacionanimalbolivia2011.blogspot.com
prosa - debate com cicloveg Coletivo pedalador vegano. Em dezembro sai rumo ao encontro... de bicicleta! "A história do cicloveg - Como preparar-se para uma ciclo viagem vegana!"
SHOW COM AS BANDAS:
Nieu Dieu Nieu Maitre
Lifelifters
Days Of Sunday
La Revancha
Final Round
+ Feira e comida VEGANA!
ay-carmela.birosca.org
Ay Carmela - Rua dos Carmelitas, 140 - Sé - São Paulo
http://veganstaff.blogspot.com/2010/11/evento-jornada-beneficente-ao-encontro.html
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Dia 19 de dezembro - Domingo - Curso de Culianria Vegana com Alan Chaves
LOVING HUT (Rua França Pinto, 243 - Próximo ao metrô Ana Rosa)
Investimento R$ 50
Inscrições pelo email vegtour@gmail.com. Informações pelo telefone (11) 8869-0359
Maiores informações no www.cozinheirovidavegan.wordpress.com ou
vegtour@gmail.com
A partir das 14h - R$ 50,00
Alan Chaves, o chef vegano que cruzou o Brasil duas vezes com o seu projeto Vida Vegan VegTour, agora trabalha no mais novo restaurante vegano de São Paulo, o Loving Hut. E ele estará realizando sua aula de culinária 100% vegetariana, demonstrando de forma descontraída que a culinária está ao alcance de todos, desmistificando a gastronomia e aproximando todos da cozinha.
Não perca a oportunidade de de aprender e degustar pratos bonitos, práticos e saborosos. Surpreenda sua família e seus amigos neste final de ano!
Pratos sujeridos:
- BACALHOADA VEGETAL
- ROCAMBOLE AO MOLHO BARBECUE
- ARROZ NATALINO
- FAROFA COM ABACAXI E NOZES
- TORTA FRIA
- PONCHE SEM ÁLCOOL
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
Campanha pela vida: cada um cuida da sua!


sábado, 11 de dezembro de 2010
As 10 estratégias de manipulação midiática
por Noam Chomsky
1. A estratégia da distração.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir que o público se interesse pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado; sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja com outros animais (citação do texto “Armas silenciosas para guerras tranquilas”).
2. Criar problemas e depois oferecer soluções.
Esse método também é denominado “problema-ração-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” previsa para causar certa reação no público a fim de que este seja o mandante das medidas que desejam sejam aceitas. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o demandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para forçar a aceitação, como um mal menor, do retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços púbicos.
3. A estratégia da gradualidade.
Para fazer com que uma medida inaceitável passe a ser aceita basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Dessa maneira, condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990. Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4. A estratégia de diferir.
Outra maneira de forçar a aceitação de uma decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e desnecessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Logo, porque o público, a massa tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isso dá mais tempo ao público para acostumar-se à idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5. Dirigir-se ao público como se fossem menores de idade.
A maior parte da publicidade dirigida ao grande público utiliza discursos, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade mental, como se o espectador fosse uma pessoa menor de idade ou portador de distúrbios mentais. Quanto mais tentem enganar o espectador, mais tendem a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Ae alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos ou menos, em razão da sugestionabilidade, então, provavelmente, ela terá uma resposta ou ração também desprovida de um sentido crítico (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
6. Utilizar o aspecto emocional mais do que a reflexão.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional e, finalmente, ao sentido crítico dos indivíduos. Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de aceeso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos…
7. Manter o público na ignorância e na mediocridade.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais menos favorecidas deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que planeja entre as classes menos favorecidas e as classes mais favorecidas seja e permaneça impossível de alcançar (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”).
8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade.
Levar o público a crer que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto.
9. Reforçar a autoculpabilidade.
Fazer as pessoas acreditarem que são culpadas por sua própria desgraça, devido à pouca inteligência, por falta de capacidade ou de esforços. Assim, em vez de rebelar-se contra o sistema econômico, o indivíduo se autodesvalida e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua ação. E sem ação, não há revolução!
10. Conhecer os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem.
No transcurso dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência gerou uma brecha crescente entre os conhecimentos do público e os possuídos e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem disfrutado de um conhecimento e avançado do ser humano, tanto no aspecto físico quanto no psicológico. O sistema conseguiu conhecer melhor o indivíduo comum do que ele a si mesmo. Isso significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior do que o dos indivíduos sobre si mesmos.
* Noam Chomsky é linguista, filósofo e ativista político estadunidense. Professor de Linguística no Instituto de Tecnologia de Massachusetts
** Colaboração do Centro de Estudos Políticos Econômicos e Culturais CEPEC para o EcoDebate
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Nossa terra
Eu sou do Rio de Janeiro
Luiz Antonio Simas
domingo, 5 de dezembro de 2010
Da diferença entre humor e ironia.

“O humor é uma conduta de luto (trata-se de aceitar aquilo que nos faz sofrer), o que o distingue de novo da ironia, que seria antes assassina. A ironia fere; o humor cura. A ironia pode matar; o humor ajuda a viver. A ironia quer dominar; o humor liberta. A ironia é implacável; o humor é misericordioso. A ironia é humilhante; o humor é humilde.”
Sponville, A. C. Pequeno tratado das grandes virtudes. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
Foto de Urbano Erbiste
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Fracasso
no livro Medo da vida
Imperdível!

Sábado 04/12 às 13 horas
São todos bem vindos, vamos festejar a resistência do nosso povo através da Capoeira. São Paulo te agradece Mestre Ananias
Programação completa www.mestreananias.blogspot.com
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Carta de repúdio ao programa exibido pela TV Record no Domingo Espetacular no dia 07 de novembro de 2010
Nós, mulheres indígenas reunidas no Encontro Nacional de Mulheres Indígenas para a proteção e Promoção dos seus Direitos na cidade de Cuiabá, entre os dias 17 e 19 de novembro de 2010, vimos manifestar nosso repúdio e indignação contra reportagem produzida pela ONG religiosa ATINI, exibida no dia 07 de novembro de 2010 em rede nacional e internacional. No Programa do Domingo Espetacular, da emissora RECORD, foram mostradas cenas de simulação de enterro de crianças indígenas em aldeias dos estado de Mato Grosso (Xingu), Mato Grosso do Sul (Kaiowá Guarani) e no sul do Amazonas (Zuruaha), pelos fatos e motivos a seguir aduzidos:
1. A malfadada reportagem coloca os povos indígenas como coletividades que agridem, ameaçam e matam suas crianças sem o mínimo de piedade e sem o senso de humanidade.
2. Na aludida reportagem aparecem indígenas atores adultos e crianças na maior “selvageria” enterrando crianças.
3. A reportagem quer demonstrar que essas ações nocivas aos direitos à vida das crianças indígenas são praticas rotineiras nas comunidades, ou de outra forma, são praticas culturalmente admitidas pelos povos indígenas brasileiros.
4. Que os produtores do “filme” desconhecem e por tanto não respeitam a realidade e costumes dos indígenas brasileiros. São “produtores Hollywoodianos”.
Vale esclarecer em primeiro lugar que a reportagem não preocupou em dizer que no Brasil existem mais de 225 povos ou etnias diferenciadas em seus usos, costumes, línguas, crenças e tradições. Essa reportagem negou aos brasileiros o direito ao conhecimento de que na década de 1970 a população indígena não chegava a duzentas mil pessoas ao ponto de antropólogos dizerem que no século XX os indígenas iriam acabar.
Se de fato os indígenas estivessem matando suas crianças, a população indígena estaria diminuindo, mas a realidade é outra, pois a população naquele momento em decréscimo hoje chega ao patamar de 735 mil pessoas, segundo censo de 2000 do IBGE.
A reportagem que mostra apenas uma versão das informações, não entrevista indígenas nem antropólogos que conhecem a realidade da vida na comunidade, pois senão iriam ver que crianças indígenas não vivem em creches nem na mendicância. Crianças indígenas são tratadas com respeito, dignidade e na mais ampla liberdade.
A reportagem maldosa e preconceituosa feriu intensamente os direitos indígenas nacional e internacionalmente reconhecidos, pois colocar povos indígenas e suas comunidades como homicidas de crianças é o mesmo que dizer que certas religiões praticam seus rituais matando suas crianças ou que a população brasileira em geral abandona suas crianças em creches, nas drogas e na mendicância se sem com elas se importarem. Mais, seria dizer que pais de classes médias altas jogam dos prédios suas crianças matando-as e que é comum famílias brasileiras em geral jogas seus filhos recém nascidos no lixões das grandes cidades, ou que os lideres religiosos são todos pedófilos.
Quais são as verdades dos fatos por trás das notícias caluniosas e difamatórias contras os povos indígenas.
Não seriam razões escusas de jogar a população brasileira contra os povos indígenas para buscar aprovação pelo Congresso Nacional brasileiro de leis nefastas aos povos indígenas? Ao dizer que os indígenas não têm condições de cuidar de seus filhos automaticamente estará retirando dos indígenas a autonomia em criar seus filhos, facilitando assim a intervenção do Estado para retirar crianças do convívio familiar indígena entregando-as a adoção principalmente por famílias estrangeiras. Na reportagem, o padrão de sociedade ideal é o povo americano, pois demonstrou que a criança retirada da comunidade agora vive nos Estados Unidos da América e até já fala inglês. Sociedade justa, moderna bem-feitora. Seria mesmo a “América” o modelo padrão de sociedade justa apresentado na reportagem? Vale esclarecer que a ONG religiosa ATINI e sua produtora de Hollywood têm sua sede nos Estados Unidos.
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Anta que Virou Elefante num Domingo Espetacular
Texto de autoria do professor José Ribamar Bessa Freire, coordenador do Programa de Estudos dos Povos Indígenas (UERJ) e editor do site-blog Taqui Pra Ti, publicado na coluna de publicação aberta do CMI.
A segunda-feira da índia Rosi Waikhon na periferia de Manaus foi um dia de cão. Escapou, por pouco, de ser apedrejada. Ao sair de casa, várias pessoas lhe atiraram na cara frases do tipo: "Ei, índia, você não é gente, índio mata o próprio filho, vocês deviam morrer". Minha amiga há muito tempo, ela me confidenciou: "Meu dia virou um terror, em todos esses anos, nunca tinha ouvido palavras tão pesadas e racistas".
Quem humilhou Rosi estava indignado, porque no dia anterior havia presenciado o 'assassinato' de crianças indígenas, cometido pelos próprios pais, que praticam o 'infanticídio', tudo isso exibido no programa Domingo Espetacular da TV Record. Felizmente, como nos filmes americanos, chega a cavalaria para salvar vidas ameaçadas por índios bárbaros. A missionária evangélica Márcia Suzuki, cavalgando a emissora do Edir Macedo - tololoc, tololoc - leva os bebês arrancados das garras dos 'criminosos' para a chácara da igreja neopentecostal. Enfim, salvos.