segunda-feira, 9 de junho de 2008

a la Karnak: estamos adorando Tokyo!

Pense em um lugar com muita gente. Pensou? Com muita gente mesmo! Agora, imagine um espaço pequeno para esse povo todo. Tokyo é mais ou menos assim. Alí esta o metro quadrado mais caro do mundo. Uma multidão que caminha sem você ter a menor idéia para onde vai e de onde vem. Lugares escondidos entre luminosos impactantes. Ter o endereço do lugar onde você pretende ir as vezes não significa nada. Precisa de pelo menos umas duas outras referências para pedir informação, um edíficio, um restaurante, sei lá... Em algumas partes muito barulho e muita música, boa e horrível.
Bom, resumindo é aquele tipo de lugar com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que se você não sabe o que quer fazer, vai se "perder" facíl. Quem não é de lá precisa se preparar bem para o desafio de cada quarteirão. Um lugar legal, contrastante, caótico e estimulante. Fiquei alí pouco tempo, alguns dias e foi só uma idéia do que é essa cidade. As imagens são do segundo dia. Vou voltar e aí conto mais. A gente só não sabe até quando vai durar, mas enquanto isso...
...planejando o dia do 52 andar!oceano?o parque aí no meio é um tipo de Ibirapuera japonês e estamos indo até lá...uma das entradas do Jinja Meiju Jingu, que fica no "Ibirapuera japonês",
pedindo proteção para os Kamis (deuses e divindades da natureza)...
e o dia começou bem: pequena exposição de bonsais no pátio central do jinja (templo xintoista). A "árvore" mais nova, essa aí em baixo, tinha 80 anos!
um momento de descontração das sacerdotisas
Esse figura aí é o Fernando. Amigo que vive por lá e que me emprestou olhos e ouvidos para descobrir e caminhar pela cidade. Valeu!
é proibido fumar em quase todas as ruas de Tokyo. Em cada esquina, pelo menos no grande centro, têm o sinal e nem dá pra falar que "não sabia"... fumou? multa de uns 3.000 yens, mais ou menos uns 30 dólares!
E vamos chegando em um dos bairros mais conhecidos e tumultuados da cidade: Shinjuku.
Cada placa normalmente é um comércio. Como não cabe todo mundo de frente pra rua, o jeito foi improvisar dentro dos prédios - uma cidade dentro da cidade! E isso na verdade é bom, porque se cria uma cultura underground que apenas quem é de lá conhece, turista tá fora...
A noite chegou e como ninguém é ferro, fomos tomar uma gelada em um desses lugares estranhos com gente esquisíta. Foi bem legal!

Um comentário:

[denise abramo] disse...

que delícia, todas essas estranhezas
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um beijo na sua bochecha.
=)